Bem depois do último post fiz uma auto-análise e descobri que estava com a consciência um pouco pesada pelo jeito que terminei meus dois últimos relacionamentos, o último na verdade não deveria ter começado, mas por estar carente e tudo o mais comecei e fui levando ele com a barriga durante cinco meses e no fim era só carência pura, ainda bem que vi isto logo e não fiquei enrolando ele para causar mais danos.
Mas não era sobre isto que eu queria falar, na verdade o meu maior peso na consciência foi o jeito com o qual eu terminei o penúltimo, para mais detalhes está tudo aqui no blog, é só dar uma olhado nos posts do final de 2009. Então decidi mandar para ele um reconhecimento de culpa, não um pedido de desculpas, porque como já disse antes não acredito em perdão. Não sei se ele leu, mas isto me deixou com a consciência mais limpa, admitir que eu também errei feio.
Depois disto comecei a procurar de novo pessoas para me relacionar, mas não mudou muita coisa, até que conheci um cara, era perfeito, um senso de humor ácido/negro parecido com o meu, gosto musical totalmente compatível, lugares que gostamos de sair iguais, tudo muito parecido, nos conhecemos numa terça na Paulista, e nos vimos a semana inteira até que fui dormir na casa dele no sábado, foi quando percebemos que eramos parecidos demais, queríamos a mesma coisa na cama, ou seja no quesito sexo éramos inteiramente incompatíveis. Até tentamos seguir em frente, mas nossa relação não esfriou, congelou.
Conheci outro, não tínhamos a mesma química que eu tinha com o outro, mas tínhamos uma certa química, nos conhecemos, fomos para uma praça perto do serviço dele, depois para um barzinho e finalmente fiz uma coisa que que não fazia faz tempo ao conhecer uma pessoa, fomos dormir junto, foi realmente maravilhoso, 100% de química no quesito sexo. Mas, como a vida não é um mar de rosas, cade ele? Sumiu...
Bem o interesse por ele ainda continua o mesmo, mas a paciência... mais de duas semanas não é um tempo que eu saiba esperar, especialmente por ser meio imediatista. Agora ficou duas perguntas: ele estava procurando um caso passageiro ou eu o assustei?
terça-feira, 18 de outubro de 2011
segunda-feira, 15 de agosto de 2011
Sem paciência
Minha paciência para com humanos está no limite, especialmente humanos do gênero masculino do subtipo gay com quem eu talvez queria alguma coisa. Não sei, todos parecem vazios, carecem de alguma coisa que eu não consigo encontrar, nem descobrir o que é.
Começo a conversar com alguém, esta pessoa parece interessante, converso de novo, ela não parece mais tudo isto, crio coragem para marcar um encontro, parece que vai tudo às mil maravilhas, aí o dito cujo faz alguma coisa que despedaça todo o interesse que eu sentia.
O que será que aconteceu? Virei uma pessoa fria e frígida? Ou as pessoas não conseguem me colocar em uma situação em que eu me sinta desafiado para ter algum interesse?
Bem com os relacionamentos passados passei a não confiar nas pessoas, junto com minha incapacidade de perdoar, deve ter acabado com minha capacidade de me relacionar com outra pessoa.
O que me deixa completamente contraditório: sinto falta de ter alguém, porém, não tenho a mínima vontade de conhecer alguém para isto.
Começo a conversar com alguém, esta pessoa parece interessante, converso de novo, ela não parece mais tudo isto, crio coragem para marcar um encontro, parece que vai tudo às mil maravilhas, aí o dito cujo faz alguma coisa que despedaça todo o interesse que eu sentia.
O que será que aconteceu? Virei uma pessoa fria e frígida? Ou as pessoas não conseguem me colocar em uma situação em que eu me sinta desafiado para ter algum interesse?
Bem com os relacionamentos passados passei a não confiar nas pessoas, junto com minha incapacidade de perdoar, deve ter acabado com minha capacidade de me relacionar com outra pessoa.
O que me deixa completamente contraditório: sinto falta de ter alguém, porém, não tenho a mínima vontade de conhecer alguém para isto.
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